domingo, 21 de agosto de 2011

Os Passeios Ecológicos

Paraty possui uma série de atrativos ecológicos que podem ser visitados tanto por conta própria quanto por meio das agências espalhadas pela cidade. Na última vez que fomos à cidade, optamos por fazer o Jeep Tours, já que estávamos com nossos sobrinhos e andar na caçamba de 4x4 adaptados seria mais uma atração para eles.

Os pontos altos do passeio foram a cachoeira do Tobogã, onde a diversão era deslizar na pedra até cair em uma “piscina”; a cachoeira da Pedra Branca, bem bonita; e o almoço no Restaurante Villa Verde, que fica em um ambiente super agradável cercado de muito verde e uma cachoeira disponível para banho. A comida é uma delícia também.

Ainda fizemos mais 4 paradas para conhecer uma Exposição de Bromélias, o Poço do Inglês, um alambique e a Fazenda Murycana, onde degustamos várias cachaças.

Cachoeira do Tobogã
Cachoeira da Pedra Branca
Restaurante Villa Verde
Área do Villa Verde
Área do Villa Verde
Fazenda Murycana
Poço do Inglês

A Baía de Paraty

A Baía de Paraty possui praias bem bonitas, a maioria delas acessível somente de barco.

A Ilha do Pelado é um oásis de tranquilidade. Para chegar lá é preciso dirigir até a praia de São Gonçalo, distante 32 km do centro, e pagar 5 reais para barqueiros te levar até a ilha. Além de ter uma vista linda da baía, a água é transparente, calminha e quentinha. Ideal para passar o dia inteiro com a família ou namorando.


Há diversas agências na cidade que oferecem passeios de saveiro/escuna com roteiros diferenciados, sempre incluindo 4 paradas para banho e mergulho.

Dentre as paradas mais bonitas estão Ilha Comprida, Ilha do Algodão e Praia da Lula.


sábado, 18 de junho de 2011

Vale Sagrado dos Incas

Depois de passarmos a madrugada inteira na estrada, chegamos na rodoviária de Cusco cedinho e já precisávamos procurar uma agência que fizesse o passeio para o Vale Sagrado. Na nossa programação inicial, chegaríamos em Cusco 24 horas antes e teríamos tempo para descansar e nos adaptar à cidade. Mas como no meio da viagem adicionamos 1 dia em Arequipa e nosso trem de Ollantaytambo para Aguas Calientes partiria no final da tarde, o dia ficou bem corrido.

Ainda bem que decidimos não comprar o passeio logo na rodoviária (várias pessoas ofereceram o mesmo). A dona do nosso hostal nos arrumou um tour bom e barato e ainda nos deixou guardar nossas mochilas maiores até que retornássemos no dia seguinte sem cobrar a diária.

O Valle Sagrado de los Incas compreende uma região com enorme valor histórico/arqueológico no vale do rio Urubamba próxima a Cusco e Machu Picchu. Muitos dos povoados que ali existem, ainda cultivam a cultura inca e falam quéchua. Nosso guia Vladimir foi bem eficiente para explicar toda a história da região. Ele é uma figura. Fazia caras e bocas e ainda tinha toda uma performance teatral para apresentar as atrações.


A primeira parada foi no Mercado de Ccorao. Encontramos alguns artesanatos que ainda não tínhamos visto no Peru, compramos dois álbuns lindos para colocarmos as fotos da viagem e a Monalisa conseguiu comprar quase que de graça (depois de muito barganharmos) um pingente de “prata” com uma lhama.


No Mirador de Taray, o Vale Sagrado se mostrou em toda sua plenitude. A paisagem é espetacular. Pena que o tempo mudou e sol resolveu se esconder.

Próxima parada: o povoado de Pisaq, famoso tanto por suas ruínas quanto pelo seu mercado indígena. Na entrada do complexo das ruínas foi preciso comprar o Boleto Turístico del Cusco que além de permitir a entrada nas demais atrações do Vale Sagrado, incluía a visitação aos museus e às ruínas incas nas proximidades da cidade de Cusco.

Em Pisaq foi possível observar as terrazas (sistema de plantio inca em terraços admirável), praças e templos, tudo em perfeita harmonia com a natureza. A subida até as ruínas foi puxada, mas compensou pelo lindo visual. No mercado, comemos as concorridas empanadas de queijo feitas na hora. Foi a nossa entrada para o almoço no povoado de Calca, próxima parada do tour. Delícia!



Vestido à caráter


O simpático cuy (vulgo porquinho-da-índia)

O suculento cuy depois de ir ao forno
Chegamos enfim em Ollantaytambo. A cidade é a mais bem preservada e uma das mais importantes do legado inca. Sua fortaleza possui uma arquitetura fantástica com pedras imensas milimetricamente colocadas umas sobre as outras formando uma paisagem única. Tivemos que ter fôlego para agüentar todos os sobes e desces da visita.

Seria a face de um homem?

O tour ainda seguiria para Chinchero antes de retornar a Cusco, mas Ollantaytambo era nossa última parada do dia porque escolhemos pegar o trem até Aguas Calientes (também conhecido como Machu Picchu Pueblo) a partir desta cidade e não a partir de Cusco como é o mais comum feito pelos turistas. Isso nos poupou tempo e permitiu que no dia seguinte visitássemos o Parque Arqueológico de Machu Picchu bem cedinho antes que uma multidão de visitantes chegasse ao local.

Os tickets do trem na categoria Vistadome (intermediária) foram devidamente comprados 1 mês antes da viagem e partiriam às 19h00, com retorno no dia seguinte direto para a estação de Poroy em Cusco.

A viagem de trem foi tranqüila e o lanche servido no percurso era ok. Chegamos em Aguas Calientes no final da noite e fomos direto para o nosso hostal dormir, pois Machu Picchu nos aguardava na manhã seguinte.